Destaques
FEVEREIRO/2010

O Morumbi é aqui

Faltavam campeões no Grêmio? O clube resolveu isso comprando de baciada

Por Frederico Langeloh


Quando Paulo Autuori assumiu o Grêmio, em meados da Libertadores de 2009, sentiu a necessidade de ter no elenco jogadores com mais títulos no currículo. Campeão mundial com o São Paulo, em 2005, ele viu que tinha um bom grupo nas mãos. Porém, na coluna vertebral da equipe havia poucas taças na bagagem. Por melhor que fossem para o time, Victor, Réver, Fábio Santos, Túlio, Tcheco, Souza e Maxi López não eram exatamente vencedores. Apenas os dois últimos e o lateral-esquerdo Fábio Santos tinham conquistas importantes na carreira. E, mesmo assim, como coadjuvantes. Autuori indicou dois jogadores: Leandro e Borges. Um estava no Verdy Tokyo, do Japão, o outro tentava recuperar o posto de titular no Morumbi. Ambos foram nomes importantes nos recentes títulos nacionais do São Paulo.

Pois o sonho de contar com a dupla (e seu cartel de títulos) demorou quase um ano para ser concretizado. Mas foi. A esperança é que junto com Souza, o dono do meio-campo gremista desde a saída de Tcheco, Leandro e Borges possam devolver o Grêmio aos tempos das grandes conquistas - desaparecidas do Olímpico desde a Copa do Brasil de 2001. Mas ainda faltava um elemento para completar a turma de medalhões para a temporada que poderá ser a da redenção dos títulos nacionais: Hugo. Jogador do Grêmio em 2006, o meia-atacante mudou-se para o Morumbi ao fim da temporada. Ganhou títulos, mas jamais teve o carinho da torcida. Vanessa, a mulher de Hugo, gaúcha de Caxias do Sul, também foi fator decisivo para o retorno dele ao Rio Grande.


Hugo, Souza e Leandro, juntos no São Paulo em 2007

Assim, o Grêmio fechou aquele que considera o "Quarteto Fantástico" para a temporada: Souza, Hugo, Leandro e Borges. E não saiu barato. Parte dos 6,5 milhões de euros pagos pelo Shakhtar Donetsk ao Grêmio por Douglas Costa foi reservado para bancar as luvas do trio - após pagar outros credores, o Tricolor ficou com menos de 1 milhão de euros. Mas valem cada centavo (de euro). No currículo, cada um dos Quatro Mosqueteiros tem mais títulos que o Grêmio da última década. Além deles, a turma do Morumbi é completada pelo técnico Silas, campeão brasileiro em 1986 com o São Paulo como jogador, e os laterais Fábio Santos e Joílson - este, sem chances no clube, deve ser negociado.

"É claro que eles foram buscados por serem experientes e, sobretudo, bons jogadores. Mas as conquistas pessoais também contaram muito para que contratássemos esses jogadores. São vencedores. E precisamos desse tipo de atleta por aqui", afirma o vice de futebol do Grêmio, Luiz Onofre Meira. Mas o dirigente vai além. O clube aposta em uma química vitoriosa na história do tricolor gaúcho para voltar a erguer taças: a mescla de jogadores experientes com a gurizada da casa. Foi assim com aqueles times responsáveis pelas principais taças no museu do clube. "Deixamos de trazer jogadores 'de grupo' para reforçarmos o time com jogadores de nome", afirma Meira. "Essa turma que passou pelo São Paulo dará equilíbrio a um elenco formado na base do Grêmio", acrescentou o vice de futebol.

Hugo, Leandro e Borges já demonstravam grande entrosamento com os demais jogadores em seus primeiros dias vestindo azul, preto e branco. A integração, a partir de Souza, Fábio Santos e Joílson, foi rápida. "Já me sinto em casa", afirma Borges. "No futebol, é difícil você jogar outra vez com amigos. No Grêmio, reencontrei Leandro, Souza, Hugo e Joílson, grandes amigos, com quem fui campeão brasileiro em 2007 no São Paulo. Nunca pensei que voltaria a trabalhar com eles. Isso dá uma motivação extra para entrar em campo. Sei que a torcida espera que consigamos repetir, aqui, aquela temporada do São Paulo", diz o atacante. A primeira semana de convivência do quarteto ocorreu na pré-temporada do time, na cidade de Bento Gonçalves. Inseparáveis, eles foram ainda o destaque dos treinos e amistosos da preparação.

Leandro trocou Tóquio por Porto Alegre com grande convicção. Estava acertado com a direção gremista há quase um ano. Só não desembarcou antes na cidade porque o clube japonês negava-se a liberá-lo. Quando voltou ao Brasil para se apresentar ao Grêmio, recebeu uma sondagem do São Paulo. Ainda nos tempos de Muricy Ramalho, o Morumbi sonhava com seu retorno. Antes de ser demitido, o técnico tricampeão brasileiro havia revelado que, de todos os sãopaulinos negociados, Leandro era aquele que ele mais desejaria ter de volta. A tentativa de repatriar Leandro ocorreu durante um jantar com o amigo Rogério Ceni, na capital paulista. O atacante agradeceu o convite, mas garantiu que seu desejo para 2010 era defender o Grêmio. "O pessoal do Grêmio foi conversar pessoalmente comigo. Estávamos acertados há muito tempo. Não os deixaria na mão", afirma Leandro.


Souza e Fábio Santos: juntos desde o ano passado

A partir de agora, o desafio dos Quatro Mosqueteiros será transformar bom ambiente e motivação em conquistas. Se nos tempos de São Paulo nenhum deles chegou a ser o esteio do time, no Olímpico a equipe de Silas será construída em torno dos quatro amigos. Souza já havia assumido esse papel na temporada passada. Por isso, era ovacionado nas vitórias e vaiado nas derrotas - no imaginário do torcedor, ele precisava resolver sempre. Agora, dividirá com Hugo, Borges e Leandro a missão. Souza e Hugo serão respon- sáveis pela armação, enquanto que Borges e Leandro devem formar a dupla de ataque. Jonas corre por fora... "Entendo que todos são protagonistas sempre. Discordo desta história de coadjuvante. São jogadores de renome e com grande experiência. Precisávamos disso por aqui", diz Souza.

Hugo também rejeita o rótulo de fazer a "escadinha" para as estrelas. Entende que desde 2007 era um dos grandes nomes do São Paulo, embora não fosse reconhecido como tal: "Cheguei ao Morumbi sob desconfiança, mas, aos poucos, fui me tornando um dos principais jogadores do time. Venci dois Brasileirões e fiz 30 gols. Isso não é coisa de coadjuvante".

Borges, Leandro e Hugo chegam para se juntar a Souza, Fábio Santos, Túlio, Rochemback, Réver e Victor, além de garotos como Mário Fernandes, Roberson, Bruno Collaço, Mithyuê, Maylson e Henrique. A intenção do Grêmio é que tal mistura termine em título ao fim da temporada. Mas fica uma dúvida: também não há a possibilidade de o vestiário do Grêmio transformar-se no vestiário do Morumbi? Com uma espécie de panelinha? "É absurdo pensar algo assim", indigna-se Borges. "É claro que somos grandes jogadores, todos com experiência, mas aqui também encontramos um grupo com excelentes atletas. Não haverá panela alguma."

O bom ambiente do vestiário também é garantido por Silas. Está escudado pelo preparador físico Paulo Paixão, tão famoso por seu trabalho motivacional e de aglutinação de grupo quanto pelo fôlego que dá aos jogadores. "Não acredito em problemas de vestiário. Todos são experientes e vencedores. Se aceitaram o desafio de trocar de clube foi para seguirem obtendo conquistas. Além disso, são excelentes homens de grupo", afirma Silas.


Silas optou por escalar Borges e Jonas no ataque no início do Gauchão

Mais um detalhe sobre o quarteto: a forte personalidade. Em diversas oportunidades, eles já foram responsáveis por declarações incendiárias. Até mesmo Hugo, o mais tranquilão da turma. Ao desembarcar em Porto Alegre para assinar contrato, ele disse que precisaria aguardar mais alguns dias para acertar-se com o Grêmio porque ainda esperava uma oferta do exterior. É claro que a torcida não gostou de ouvir isso. As línguas de Leandro e Souza, amipor exemplo, já seriam colocadas à prova no fim de janeiro, no Grenal do dia 31. "Sempre fui de falar, é verdade. Mas amadureci muito no Japão. Não faço mais provocações aos rivais", diz Leandro. Ao contrário do amigo, Souza garante que seguirá o mesmo de sempre: "Sei que provocar e falar bastante não ganha jogo, mas não deixarei nunca de dizer o que penso. Estamos em um país livre".

A estreia do quarteto em partidas oficiais, 3 x 2 contra o Pelotas de virada, funcionou como um show-room. Leandro foi contratado por sua movimentação? Pois em Pelotas atuou de meia-atacante e lateral-direito. E foi como lateral que surgiu no lado esquerdo para cavar o pênalti do primeiro gol. Borges chamava atenção pela proteção de bola? Foi em uma parede dessas que marcou o gol de empate. Hugo atraía pelos chutes de fora? O gol da vitória saiu de um chute assim. Se a primeira impressão é a que fica, o "Quarteto Fantástico" já ganhou o crédito de que precisava com a torcida tricolor.

Leia a matéria na íntegra na edição de fevereiro de Placar


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Comentários
eduardo - 16.05.10 @ 00:25
Bah fico ridiculo o escudo do gremio em meio as cores de paulistas. Rio Grande do Sul nunca vai se entregar pra esses paulistas vossotros nunca terão influencia no nosso estado. seja musica, comida, sotaque e times. sinto muito mas nos nao somos brasileiros. tomaram um laço nos 10 anos de guerras. nao tiveram nosso apoio em uma revoluçao de 10 dias que inventaram hehehe. Tem ressentimentos. Aqui vossotros sao estrangeiros apenas respeitem que terao o devido respeito. GREMIO de vermelho sem fundamento.
Juliano Zaupa - 24.03.10 @ 14:54
Ridícula a revista e ridícula a matéria. Cada vez mais a placar decepciona... Pintem a camisa do corinthians de verde ou a do flamengo de branco com uma faixa no peito. Aí eu quero ver. Falta de respeito essa matéria. Não comprava a revista e agora é que não compro mesmo.
Allan - 23.03.10 @ 09:24
A foto não tem nada de mais, não é ofensiva. Gostei da matéria... Essa gente do Rio Grande do Sul é muito bairrista mesmo. Eu sou Grêmio e não vi nada de errado nisso tudo.
Eduardo - 16.03.10 @ 11:53
Acho engraçado quando comentaristas pronunciam que gaucho é bairrista por sempre reclamarem da imprensa em prol de seus times, vendo esta matéria eu pergunto: dá para não ser ? ou pergunto de novo: vcs poderiam pelo menos disfarçar a parcialidade ? colocar jogadores gremistas com as cores do são paulo ? todos sabemos da dinâmica que é o futebol hoje em dia, o hugo jogava no grêmio antes do sao paulo para dar 1 exemplo, este mesmo são paulo que gosta de atravessar contratações de todos, toda hora, o que não se fala é dos jogadores gauchos de base que são tratados como solução para os times do centro do país e exterior, ultimamente, mais por exterior...
daniel -SANTO ANGELO -RS - 14.03.10 @ 11:51
é por isso que ninguem aqui no sul gosta de paulistas,acham que sao os melhores em tudo,estao enganados,quem mantem esse pais sao os GAUCHOS que produzem tudo o que o brasil precisa...Acho errado o GREMIO contratar jogadores de sp.
paulo - 13.03.10 @ 09:58
É isso aí. Os refugos, quem não serve mais, a gente manda pra times menores.
Juliano - 10.03.10 @ 14:25
O Grêmio só esqueceu de trazer um primeiro volante seguro. O Rafael Carioca tava disponível o e Grêmio o perdeu para o Vasco. Esse vai ser o volante titular na Copa de 2014. Podem apostar. Que bobagem fez o Meira em não contratá-lo.
Jhony - 08.03.10 @ 23:06
Eu achei muito legal essa matéria da Placar,sou São Paulino e moro aqui no Rio Grande do Sul,por isso ja estou acostumado com a estupidez exagerada dos meus colégas gaúchos. Mas a verdade é que o Grêmio tem hoje em seu grupo de jogadores 90% de atletas NÃO gaúchos,são na maioria Paulistas. Falando sério,ficou linda aquela camisa vermelha ,preta e branca!!!
Campeão de Tudo - 08.03.10 @ 09:12
pior que tem como deixar um pouco menos feia a camisa do clube da azenha, de vermelho tira o gelo e esquenta dando idéia de clube bravo, guerreiro... parabéns Placar!
Gremista calmo - 04.03.10 @ 15:23
sou gremista e acho ridicula a atitude de alguns torcedores de rechaçar a camiseta vermelha do grêmio. Não passa de uma brincadeira que eles fizeram mencionando o São Paulo e não tem nada a ver com o inter. É por causa de indignações como essa, q todo grenal tem pancadaria nos arredores do estadio. Não conseguem digerir uma brincadeira simples. relax gente.
andré - 03.03.10 @ 17:14
É de doer! Extrema mau gosto! O Grêmio de vermelho só pode ser fruto da imaginação de algum desavisado. Que palhaçada!!!!!!!!!! Por favor, tirem isso daí!
Louis BV - 02.03.10 @ 06:53
A Placar uma vez em 1980 e poucos fez uma montagem do Presidente do Inter vestindo a camisa do Gremio com o titulo "Asmuz só pode ser Gremista". Então se eles podem fazer isso a 30 anos...porque nao colorir a camisa do Gremio?
Dynho - 01.03.10 @ 12:48
Talvez assim com o vermelho na camisa,e com as palavras de de seu presidente semana passada o Grêmio conquiste algo este ano,pelo menos o primeiro turno já foi e levantaram até taça,para quem já esta desacustumado é muito importante pois o último grande título do Grêmio foi a conquista do BI-Campeonato Nacional da Segunda Divisão de clubes. Quando falam que Internacional é um dos três Clubes com todos títulos possiveis ganhos eu discordo pois o Inter nunca foi nem Vice da sengudona. Parabéns Placar pela matéria. Há. A camisa co Grêmio de vermelho ficou com ar de time campeão.
Guilherme - 28.02.10 @ 20:42
Matéria ridícula de uma revista ridícula. em tempo... cadê o destaque pra Grêmio campeao na capa do site??? venham pra porto alegre e depois nao sabem pq nao sao bem vindos
wiliam - 27.02.10 @ 22:40
Sou gremista, e achei muito boa a matéria...não sei pq tantas reclamações...parabens revista placar...
hudson brito - 27.02.10 @ 00:43
o fato da torcida do grêmio ter pintado o escudo rubro-negro de azul não passou de uma brincadeira apoiando o time carioca no ultimo jogo, tanto é que a torcida do flamengo não sentiu-se de nenhhuma maneira ofendida e sim apoiada, tanto que pintaram o escudo do gremio de vermelho e preto... mais nem estou levando em conta o fato de terem mudado a cor do uniforme mas, o titulo da materia é uma sacanagem... só acho que uma revista como a placar , tão respeitada deveria evitar esse tipo de coisa ,sem querer levar em conta o fato de que eles nunca destacam os times que não seja do eixo rio-são paulo.
Christian Quevedo - 26.02.10 @ 18:25
matéria desrespeitosa e infantil... Lamentável Revista Placar
Fabiano Quevedo - 26.02.10 @ 17:10
Prezado Antônio Me reservo o direito de sentir-me ofendido ou como porventura me convir. Por favor,releia meu post e verá que meu argumento é de que nínguém - eu disse ninguém tem o direito de adulterar o que não lhe pertence. Entendo se o Sr encara como normal o ocorrido mas mantenho minha posição e se como leigo falo alguma bobagem, me desculpem.Ms acho que cabe por parte da direção gremista uma ação por uso indevido de imagem. O pior é ver que no blog um funcionário da revista menciona o "racismo" da torcida, ou parte dela para tentar desviar do assunto. Bem... de qualquer forma: Cansei. Desisto. Não importa o que a torcida diga baixou o Miltinho na placar. A revista já deixou bem claro que não vai se retratar, então... Deixa quieto.
Fabiano Quevedo - 26.02.10 @ 16:30
Ao prezado Sr Antônio Não duvido do teu gremismo. Mas quero esclarecer que o que está em discussão é a forma desrespeitosa e indevida como a revista tratou um patrimônio da torcida gremista. E no mais, quem sabe fazer interpretação de texto já havia percebido no título a tal alusão ao São Paulo e nem precisou ler a matéria na íntegra. E esta torcida, salvo excessões como o Sr, não aceitam tal atitude como normal. Não é correto, sob hipótese alguma, que alguém adultere o que pertence a terceiros imagine, então uma publicação jornalística fazendo isto. É no mínimo falta de tato. Ao prezado Sr Leonardo Apesar de não concordar também recordo de terem alterado as cores do nosso Distintivo... Mas reitero: O NOSSO Distintivo é nosso patrimônio e TEMOS o direito de utilizá-lo como melhor nos convir. O que definitivamente não é o caso, e muito menos direito, desta revista. Obrigado.
Rafael - 26.02.10 @ 16:03
ah gremistas, aquele monte de SIMBOLO DO GREMIO COM AS CORES DO FLAMENGO ano passado não era desrespeito?
ANTONIO - 26.02.10 @ 15:42
Sou gremista também e na minha opinião o Gremio não foi desrespeitado em momento algum, quem lê a materia inteira e sabe fazer interpretação de texto entende que a foto é apenas uma alusão ao fato de jogadores do tricolor paulista irem para o tricolor gaucho, nada mais...
leonardocolorado - 26.02.10 @ 15:03
Ué, não foram os gremistas que pintaram seu distintivo de rubro-negro ano passado, no fim do brasileiro? Hipócritas! Time sem personalidade. E dale colorado, secadores!
Gustavo - 26.02.10 @ 14:22
Lamentável. Mais uma matéria de mau gosto da revista. Sugiro fecharem as portas.
Yuri - 26.02.10 @ 14:05
É isso aí Placar! Editorial indo ladeira abaixo na qualidade. Por quê não pintam também a camisa do Atlético-MG de azul ou do Corinthians de verde de uma vez?
Tiago - 26.02.10 @ 14:00
Eu comprava essa porcaria de revista mas não compro mais.
Marcelo Kikogroups - 26.02.10 @ 13:22
Gremistas de toda a nação!! Está claro que daqui pra frente, PLACAR é uma revista que 52% do RS não poderá mais comprar, assinar, sequer LER. Nunca me senti tão ofendido como hoje, vendo o manto sagrado tricolor na cor que, como diz o Peninha (Eduardo Bueno) vem de VERME. kikogroups
Juliano Matzenbacher - 26.02.10 @ 00:08
Eu tenho só uma pergunta: os senhores pintariam de verde a camisa do Corinthians? Leio a revista desde 1977... nunca pensei que PLACAR pudésse ser tão desrespeitosa. Um dia eu sei que voltarei a comprar a revista, mas por enquanto, não há a menor possibilidade.
Gicemar Santos - 25.02.10 @ 18:01
Respeitem as cores do Imortal Tricolor!! Podem achar que é bairrismo e tal..mas não mudem as cores de uma agemiação que tantos titulos tem em sua história e suas tradições que são o AZUL, PRETO E BRANCO. Não compro a revista, nem visito o site, estou aqui pois ouvi o comentário e achei muito estranho. Ve se mudem isso.
Nildo Machado da Silva Júnior - 25.02.10 @ 16:25
Cada vez eu me decepciono um pouco mais com a revista Placar. A cada final de Campeonato Brasileiro fico decepcionado com a seleção do Bola de Prata, que nem sempre representa o que aconteceu durante o Brasileirão. Mas essa de colocar vermelho na camisa do Grêmio foi longe de mais. Todos os gremistas que eu conheço estão arrasados e dizem que não vão mais comprar a revista. E pensar que eu cheguei a ser um colaborador de vocês.
Fabiano Quevedo - 24.02.10 @ 11:30
Sou GREMISTA e geralmente frequento o site da Placar mas esta semana comprei um exemplar porque a capa chamou minha atenção. Reparei no selo de 40 Anos da publicação e li o editorial onde é exaltado o respeito que a Placar acumulou estes anos todos. Impressionante. Mas então cheguei até a parte da revista que realmente me interessava e pasmem: A Revista que exultou o próprio profissionalismo, seriedade e respeito adquirido em 40 anos de história não teve o menor respeito ou pudor em macular de forma bizarra um dos símbolos de uma instituição centenária. Lamentável. Não sei se foi uma tentativa infeliz de fazer graça,mas se os senhores têm intenção de manter o tal respeito que os mesmos alardeiam sugiram que não façam mais este tipo de molecagem, nem com o clube para o qual eu torço e para nenhum outro também. Isto definitivamente não tem graça. P.S.: Há alguma forma de eu rever o valor que eu gastei com esta edição? Sem mais, Obrigado

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